quarta-feira, 18 de abril de 2012

Book

«Era uma vez um livro. Um livro fechado. Tristemente fechado. Irremediavelmente fechado. Nunca ninguém o abrira nem sequer para ler as primeiras linhas da primeira página das muitas que o livro tinha para oferecer. Quem o comprara trouxera-o para casa e, provavelmente insensível ao que o livro valia, ao que o  .livro continha, enfiara-o numa prateleira, ao lado de muitos outros. Ali estava. Ali ficou. Um dia, mais não podendo, queixou-se: — Ninguém me leu. Ninguém me liga. Ao lado, um colega disse: — Desconfio que, nesta estante, haverá muitos outros como tu. — É o teu caso? — perguntou, ansiosamente, o livro que nunca tinha sido aberto. — Por sinal, não — esclareceu o colega, um respeitável calhamaço. — Estou todo sublinhado. Fui lido e relido. Sou um livro de estudo. — Quem me dera essa sorte — disse outro livro ao lado, a entrar na conversa. — Por mim só me passaram os olhos. Página sim, página não… Mas, enfim, já prestei para alguma coisa. — Eu também — falou, perto deles, um livrinho estreito. — Durante muito tempo, servi de calço a uma mesa que tinha um pé mais curto. — Isso não é trabalho para livro — estranhou o calhamaço. — À falta de outro… — conformou-se o livro estreitinho. Escutando os seus companheiros de estante, o livro que nunca fora aberto sentiu uma secreta inveja. Ao menos, tinham para contar, ao passo que ele… Suspirou. Não chegou ao fim do suspiro, porque duas mãos o foram buscar, ao aperto da prateleira. As mãos pegaram nele e poisaram-no sobre uns joelhos. — Tem bonecos esse livro? — perguntou a voz de uma menina, debruçada para o livro, ainda por abrir. — Se tem! Muitos bonecos, muitas histórias que eu vou ler-te — disse uma voz mais grave, a quem pertenciam as mãos que escolheram o livro da estante. Começou a folheá-lo, e enquanto lhe alisava as primeiras páginas, foi dizendo: — Este livro tem uma história. Comprei-o no dia em que tu nasceste. Guardei-o para ti, até hoje. É um livro muito especial. — Lê — pediu a voz da menina. E o pai da menina leu. E o livro aberto deixou que o lessem, de ponta a ponta. Às vezes vale a pena esperar. » (Livro Fechado, António Torrado – Mensagem Nacional para o Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de Abril de 1997). Fonte

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Jardim

Jardim - Conte seu jardim só por suas flores e nunca pelas folhas caidas no chão. E a vida pelas horas mais felizes e não pela escuridão. Conte suas noites pelas estrelas, nunca pelas sombras que vão deixar. E a vida pelos encantos dos sorrisos não pelo seu chorar. Viva a vida com alegria! contando a não pelos seus dias mas pelo bem que conseguiu realizar.

HOJE

Minha PAZ está AQUI!!!!!!!!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

tics na escola

O uso das tics na escola é importante e necessário para nós educadores e também para o desempenho de nossos alunos.